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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Secretário da SEDUC/AM gaseta audiência na Assembleia Legislativa do Estado


José Ricardo lamentou a não realização de Cessão de Tempo, de sua autoria, com o secretário de Estado da Educação (Seduc), previsto para esta terça-feira (13), a fim de tratar sobre a avaliação promovida pela Secretaria com os educadores para a promoção por tempo de serviço.

“Lamento que ele não tenha vindo por orientação da própria Assembleia, alegando que não havia necessidade. Porque estamos falando de um impasse envolvendo milhares de professores que têm direito a reajuste por tempo de serviço e que não precisariam passar por uma avaliação, já que não é reajuste por mérito”, explicou o deputado.


Ele enfatizou que a educação do Estado passa por uma desarrumação, citando o caso de uma pedagoga da Seduc que atua no interior do Estado: “ela está há sete meses trabalhando, mas sem receber, por conta de desencontros, já que foi convocada no concurso pelo Diário Oficial, entregou os documentos em tempo hábil, que foram passados à junta médica e depois ao departamento de finanças, que não repassou as informações ao setor de lotação. “Ela teve que vir a Manaus, pagando do próprio bolso, para confirmar esses erros, porque estava apta para receber seus vencimentos. Como ela, podem ter vários educadores em situações parecidas. Por isso, digo que há muitos assuntos na educação para tratar com o secretário da Seduc”.

Fonte: Assessoria de Comunicação.

sábado, 10 de novembro de 2012

Violência urbana e Juventude vira tema de fórum promovido por estudantes de Serviço Social em Manaus.



No ultimo dia 08 foi realizado o IV Fórum Acadêmico do Serviço Social da Faculdade Martha Falcão, com o objetivo de debater o tema “Violência Urbana e Juventude”. Para apresentar as diversas facetas sobre o assunto foram convidados o Ex-conselheiro Tutela João Furtado, a assistente social Débora Galli representante do Canal Futura e o Especialista em Ética e Política Jonas Araújo.
O debate foi bastante acalorado, e em função disso, nutriu a necessidade de aprofundar por escrito parte das temáticas que foram tratadas no evento. Sabendo que a função de espaços como fóruns, seminários, debates e etc. tem por meta gerar a necessidade da busca pelo conhecimento em determinada pauta, vamos amplificar esse debate.

Sociedade brasileira
Compreender as situações ligadas há um determinado segmento da população, exige que compreendamos as relações gerais da sociedade, por isso Thalita Coelho, em seu artigo “A juventude inserida no contexto da violência urbana” comenta que a cidade-mercadoria, padronizada pelos mecanismos de regulação do capital, também padroniza sua atenção a uma população hegemonizada, que internamente apresenta uma série de contradições e conflitos.

A sociedade atual sofre de uma contradição característica da própria modernidade a chamada “síndrome do Pertepam”, ou seja, a busca eterna para manter a estética e as características juvenis, ao mesmo tempo, essa mesma sociedade marginaliza a figura juvenil que não se encaixa nos padrões econômicos vista como expressão de todo mal estar social, provoca inquietações e evoca “problemas sociais” tais como violência e irresponsabilidade.
Nesse processo esvaziou-se as concepções de que o Estado é o que organiza, a Família é a que socializa, a igreja é a que moraliza, Escola é a que culturaliza. A modernidade desconstruiu os conceitos estabelecidos pelo saber científico, gerando um distanciamento entre o Real e o Ideal a Lei e a Prática o que acabou produzindo a sensação da Impotência X Onipotência . 

O Mapa da violência 2012

Essa leitura ganha eco nas analises feito por Michaud no Mapa da Violência 2012: Os novos padrões da violência Homicida no Brasil, onde apresenta que a violência ocorre quando, em uma situação de interação, um ou vários atores agem de maneira direta ou indireta, maciça ou esparsa, causando danos a uma ou a mais pessoas em graus variáveis, seja em sua integridade física, seja em sua integridade moral, em suas posses, ou em suas participações simbólicas e culturais.
Dito isso vamos a primeira tabela.
Fonte:Sim/SVS/MS;*2010: Dados Preliminares


Percebe-se que os dados referentes as faixa etárias que vão de 15 a 29 anos são os mais elevados, isso fez com que os organizadores do Mapa construíssem o conceito de Vitimização Juvenil por homicídios que resulta da relação entre a taxa de óbitos por homicídio da população de 15 a 24 anos de idade e as taxas correspondentes ao restante da população: considerada não-jovem.
Tabela 2.5.1. Taxas de Homicídio Jovem, Não-Jovem e Vitimização Juvenil (%) por Homicídio. Brasil, 2000/2010*

Fonte:Sim/SVS/MS;*2010: Dados Preliminares

 Tabela 2.5.2. Taxas de Homicídio Jovem(15 a 24 anos) por UF e Região. Brasil, 2000/2010*.

Fonte:Sim/SVS/MS;*2010: Dados Preliminares
 
Diante de tais dados gostaria de propor uma problematização: “Como poderiam os oprimidos dar início à violência, se eles são o resultado de uma violência anterior ?”







quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SEDUC/AM quer alienar progressão por tempo de serviço a PROVÃO

ATENÇÃO PROFESSORES!!! "Avaliação em forma de provão? Não?




CONVIDAMOS A TODOS (AS) A PARTICIPAREM DE UM GRANDE ATO PÚBLICO CONTRA O FAMIGERADO "PROVÃO DA SEDUC" (Avaliação para Progressão por Tempo de Serviço). Agora é Lei! Na SEDUC, o Pro

fessor para garantir seu direito a PROMOÇÃO POR TEMPO DE SERVIÇO tem que fazer uma PROVA de caráter eliminatório. Nenhuma categoria no país ou no estado precisa ser avaliada para obter esse direito, por que só o professor da SEDUC/AM precisa passar por isso?

LOCAL: Ao lado do Teatro Amazonas, pela Av. Eduardo Ribeiro, em frente a Splash Pizza.
HORÁRIO: Concentração a partir das 10h da manhã.
DATA: 08/11/2012 (Quinta-Feira).

Vamos compartilhar e divulgar esse ato a todas as escolas e colegas professores. Lembre-se: nossa força depende da adesão e participação de todos!!!!

PROFESSORES UNIFICADOS - Oposição Sindical

IV Fórum Acadêmico de Serviço Social


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

José Ricardo critica critério para professores obterem progressão por tempo de serviço



O deputado José Ricardo Wendling (PT) criticou nesta quarta-feira (31) a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) que irá promover avaliação, de caráter eliminatório e que considera injusto, para os educadores da rede estadual de ensino obtere
m promoção por tempo de serviço. As inscrições não são obrigatórias e sim voluntárias e estão abertas de 14 a 28 de novembro, com prova prevista para o dia 7 de abril de 2013, conforme edital publicado no dia 11 de outubro, no Diário Oficial do Estado (DOE).

“A Seduc irá avaliar o quê? Uma coisa é fazer uma avaliação para progressão por mérito, outra coisa é o tempo de serviço, que não precisa de avaliação. Se o professor não passar nessa prova, na linguagem popular, ‘está lascado”, declarou o parlamentar, ressaltando que essa progressão horizontal (por tempo de serviço), previsto no Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR), não é cumprida há muitos anos pela Seduc.

Para os educadores que denunciaram essa situação, uma avaliação como essa está focada apenas nos conhecimentos, não avaliando o mérito do profissional, não levando em conta sua experiência profissional e deixa de fora da promoção muitos candidatos que, por ventura, não atinjam a nota mínima. “Avaliar não pode ser equivalente a punir ou a excluir. O que o Governo quer fazer é condicionar o direito à promoção por tempo de serviço a uma prova objetiva de caráter eliminatório”.

E para completar, de acordo com José Ricardo, o Governo “presenteia” os professores pelo seu dia (15 de outubro) com um pen drive grafado “Educação é o farol que ilumina o mundo”, mas sob a condição de assinar cautela por ser um patrimônio público. “Então não era uma lembrança? Era um material de trabalho? É dessa forma que o Governo trata os professores”, disse ele, lembrando dos direitos trabalhistas que não são cumpridos na Seduc: plano de saúde, auxílio alimentação, vale-transporte e Hora de Trabalho Pedagógica (HTP) – um terço da carga horário do professor destinado ao planejamento das aulas.

Fonte: Assessoria de Comunicação.

Entrevista de VALÉRIO ARCARY à revista CAROS AMIGOS - 31.10.2012



1. Na sua opinião, em que medida a divulgação dos escândalos do “mensalão” afetaram a política brasileira, em 2005, e durante o julgamento em 2012? Qual a importância deste caso para a história da política no país?

A importância foi e permanece devastadora. A crise do “mensalão” tem duas dimensões em perspectiva histórica. Em primeiro lugar, o episódio é desmoralizador para o PT, em toda a linha, e as suas seqüelas foram e serão inescapáveis. Não será mais possível ao PT atrair para uma militância despojada os ativistas honestos como antes. A relação do PT com os movimentos sociais, em especial, os movimentos sindical, estudantil, popular de luta pela moradia, camponês de luta pela reforma agrária, de mulheres, e negro não poderá ser a mesma que existia antes da eleição de Lula e da crise do “mensalão”: uma hegemonia incontestável. Em segundo lugar, a direção política do PT foi decapitada em 2005 para preservar Lula e, a rigor, salvar o próprio governo de coalizão que o PT dirigia, senão o próprio partido. Zé Dirceu cumpria o papel de “primeiro ministro” dentro de um regime presidencialista e podia, eventualmente, ser um futuro candidato à presidência. Foi destruído, politicamente, como figura pública pela repercussão da denúncia e, internamente, muito atingido, mas salvou Lula. Formar uma nova direção para o PT será, imensamente, mais complicado que improvisar um candidato à prefeitura de São Paulo. Uma direção individual de Lula, de tipo caudilhista, é um anacronismo arcaico. Não creio que a esquerda brasileira seja tão atrasada assim. Um Bonaparte que se impõe sobre os líderes regionais só pode se manter enquanto houver vitórias. A experiência histórica sugere que a hora decisiva em que uma direção demonstra sua força é na hora das derrotas.

2. Alguns órgãos de imprensa chegaram a caracterizar o caso do “mensalão” como o maior caso de corrupção da história brasileira. Você concorda com essa teoria? Por quê?

Não. Quando a imprensa comercial burguesa faz estas avaliações, tenho náuseas. Sei que a mensagem nas entrelinhas é o veneno de classe: “tá aí, olhem os dirigentes da classe operária se lambuzando com o mel, não confiem nunca mais em trabalhadores, votem nos ricos que eles roubam menos”. Mas não tenho, tampouco, qualquer solidariedade com a direção do PT. Simplesmente, não estou de acordo com este ranking ou “corruptômetro” que busca hierarquizar quem desviou mais verbas públicas para financiamento eleitoral. Isso foi sempre “feijão com arroz” na política burguesa no Brasil. Maluf, entre tantos outros, deve achar estas esgrimas retóricas divertidas. Na verdade, são desprezíveis. O que há de novo no episódio é que a rede foi feita pelo PT. Já se sabia que o PT era um partido de reformas do capitalismo financiado pelas grandes corporações desde 1994. O que se descobriu foi que era tudo muito mais grave. A denúncia do “mensalão” revelou publicamente a existência de um sofisticado esquema de desvio de verbas, e compra de votos de frações parlamentares que são uma praga de um regime político que alimentou, com o apoio da burguesia em uníssono, a inflação do custo das campanhas eleitorais brasileiras para patamares estratosféricos. Não há nada de novo neste episódio, a não ser que veio a público. O governo do PSDB de FHC já tinha comprado votos para garantir a emenda constitucional que introduziu a reeleição. Esse tem sido um custo colateral do regime presidencial de coalizão muito reacionário que temos.

3. Com polêmicas de tamanha profundidade envolvendo um dos partidos mais importantes da tradição de esquerda brasileira, é possível pensar em “respingos” para toda a esquerda e para a própria política em geral?

Sim, em alguma medida isso é assim, o que é triste e, evidentemente, injusto. A direção do PT não só foi obrigada a admitir como financiava a si mesma, mas como ajudava a financiar os partidos de aluguel que atraiu para ter governabilidade no Congresso Nacional. O dinheiro, ainda por cima dinheiro público, substituía o papel da mobilização e organização popular. E foi assim porque era impossível mobilizar fosse quem fosse para fazer reformas reacionárias que retiravam direitos, como a Reforma da Previdência. A desmoralização do PT atinge, ainda que parcialmente, a esquerda de conjunto e diminui a autoridade de quem se apresenta perante a nação como porta-voz dos interesses do proletariado. Se é verdade que a oposição de direita, com boa parte da imprensa e das TV’s e rádios a tiracolo, explora politicamente o julgamento do “mensalão”, também é verdade que o próprio PT cavou o escândalo com as próprias mãos ao se apropriar da política e dos métodos dos partidos burgueses. A crise do PT veio para ficar, mas ainda será necessária uma etapa em que o mais central será a luta política para que possa nascer o novo. Porque o que há de velho e decadente não desaparece por si mesmo. Resiste. Abriu-se uma nova etapa político-histórica com o início do fim da hegemonia petista sobre os setores organizados da classe trabalhadora. Tem sido um processo lento, por muitas razões. Porque, por exemplo, ainda não vimos uma nova onda de lutas nacionais, algo como semelhante a 1979/81, 1983/84, 1987/89, ou 1992. Esta transformação tem sido lenta, Mas já se iniciou, porque a experiência em setores de vanguarda já começou. Não acredito em um matrimônio indissolúvel da classe operária com Lula.

4. Apesar do “mensalão” ter abalado a imagem do PT, a de Lula permaneceu forte. A que se deve isso em sua opinião?

Lula foi salvo em primeiro lugar porque não houve impeachment, ou seja, porque não foi a julgamento pelo Congresso Nacional. Tão simples como isso, porque a política tem os tempos de uma luta e, como estamos em 2012, e sabemos o que aconteceu, podemos nos deixar cegar por uma ilusão de ótica. No campo de possibilidades de 2005 estava ou não colocada a possibilidade de outro desfecho? Lula conseguiu ganhar tempo, completar o primeiro mandato, e se reeleger. Se tivesse sido derrubado pela oposição de direita no Congresso ou no STF teria acontecido uma solução muito reacionária da crise. Heloísa Helena chegou a defender impedimento, com apoio de uma parte do Psol, talvez a maioria, um grave erro de tática. A oposição de esquerda não deve se unir à oposição de direita contra um governo Lula. O PT e Lula tinham ainda a confiança dos setores organizados do povo. Nossas contas com o PT e o lulismo têm que saldadas dentro do movimento de massas. Isto posto, para salvar Lula em agosto de 2005 foi necessária uma operação política complexa. Em primeiro lugar, foi preciso entregar a cabeça de Zé Dirceu. Na época, Cesar Maia chegou a bradar pelo impedimento. Mas foi uma voz isolada na oposição burguesa. A maioria dos partidos burgueses, o PSDB à frente, foi contra. Ficaram com medo da desestabilização que poderia vir em seguida. O próprio Bush enviou um representante do governo norte-americano para acalmar os ânimos e mostrar a necessidade estratégica de manter Lula. Como sabemos, Lula não os decepcionou. Como ele mesmo admitiu os capitalistas nunca ganharam tanto dinheiro como nos seus oito anos em Brasília, e em ambiente social e política de paz social, com poucas greves, protestos, mobilizações, uma alegria para a burguesia que voltou a dormir tranquilíssima.

5. Temos visto, na mídia e nas redes sociais, uma dicotomia ao se avaliar o papel dos ministros do STF neste julgamento. Alguns setores os glorificam como salvação da democracia brasileira, outros os apontam como partidários e manipuladores. Em sua opinião, qual papel cumpriu o STF neste caso?

A operação de financiamento eleitoral foi herdada, sem tirar ou por nada, do “valerioduto” articulado para beneficiar Eduardo Azeredo (presidente nacional do PSDB em 2005, só isso) ao governo de Minas, em 1998. Até o organizador da operação era a mesma pessoa, o que foi sinistro e, especialmente, bizarro. Uma solução “técnica” típica para a defesa da estabilidade do regime de presidencialismo de coalizão que surgiu no Brasil depois do fim da ditadura militar. Que o STF tenha feito um julgamento separado do outro é incrível. Mas, em resumo, o episódio não confirmou os prognósticos feitos pela maioria dos analistas que publicam na grande mídia. Não significou um deslocamento na relação de forças que tenha aberto o caminho para a oposição de direita, liderada pelo PSDB. Serra amargou a derrota presidencial em 2010 e agora, nas prefeituras das capitais, o PSDB saiu diminuído.

6. Por fim, a questão da reforma política e do Estado inevitavelmente volta à tona com este caso. Corrupção, caixa 2, etc., são inerentes à política institucional brasileira no presente momento ou é questão de opção política?

Não há e nunca houve em país algum um regime político de defesa do capitalismo que não estivesse deformado e degenerado pela corrupção. Não creio que seja provável que o Brasil venha a ser uma exceção. Novos escândalos nos aguardam.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Encontro do Observatório em Juventudes do Amazonas



O OBSERVATÓRIO DAS JUVENTUDES através da Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens no seu processo de articulação junto aos seguimentos juvenis e ativistas vem propor o segundo encontro para ANÁLISE DA REALIDADE JUVENIL DO AMAZONAS, EXPERIÊNCIA DOS OBSERVATÓRIOS DE JUVENTUDE NO BRASIL E PLANEJAMENTO DE ATUAÇÃO.
O encontro será de caráter deliberativo com o objetivo de planejar ações que possibilite o monitoramento, a formação, e o acompanhamento das Políticas Públicas e programas de juventudes.

Orientações para o encontro:

Confirmar a presença até dia 06 de novembro e pelo tel.: 92 9140 1475 e face.
Trazer materiais de anotações, poesias, músicas, instrumentos, símbolos de luta e etc.

Programação

08h – Acolhida, café partilhado e mística.
09h - Análise da realidade Juvenil do Amazonas
10h - Experiência dos Observatórios de Juventude no Brasil
12h – Almoço
14h - Planejamento do observatório para 2013, visando às agendas locais dos seguimentos e das ações macros em Manaus e outros municípios.
16h – Informes e encerramento.

E vamos juntos lutar girar o mundo chega de violência e extermino de jovens, assim nos despedimos te desejando muita saúde e paz.

Abraços fraternos,
Equipe do Observatório das Juventudes
Manaus 23/10/2012